{"id":970,"date":"2025-08-18T10:30:41","date_gmt":"2025-08-18T13:30:41","guid":{"rendered":"https:\/\/comprasnobrasil.com.br\/aluno\/?p=970"},"modified":"2025-08-18T10:30:42","modified_gmt":"2025-08-18T13:30:42","slug":"educacao-especial-inclusiva-univesp-semana-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comprasnobrasil.com.br\/aluno\/educacao-especial-e-inclusiva\/educacao-especial-inclusiva-univesp-semana-4\/","title":{"rendered":"EDUCA\u00c7\u00c3O ESPECIAL INCLUSIVA UNIVESP SEMANA 4"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>educac\u00c3O inclusiva tentativa 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><br>Pergunta 1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Estudos cl\u00ednicos e epidemiol\u00f3gicos sugerem que na popula\u00e7\u00e3o brasileira mais de 50% acredita que o TDAH causa uma crescente depend\u00eancia da crian\u00e7a ou adolescente, impossibilitando-a de ter uma vida normal e que este dist\u00farbio resulta, principalmente, da aus\u00eancia de assist\u00eancia dos pais. Dados estes totalmente negados pelos estudos modernos (Possa et al., 2005). Segundo um interessante trabalho realizado por Gomes e colaboradores (2007), para a maioria dos entrevistados (educadores, cl\u00ednicos e popula\u00e7\u00e3o em geral), o tratamento psicoter\u00e1pico \u00e9 suficiente e atividades como a pr\u00e1tica de esportes poderiam substituir o uso dos medicamentos utilizados.<br>Partindo das informa\u00e7\u00f5es acima e dos conte\u00fados estudados, assinale a alternativa correta.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><\/td><td>a.<\/td><td>O acompanhamento por profissionais competentes substitui a busca por informa\u00e7\u00e3o e esclarecimento sobre o TDAH em forma\u00e7\u00f5es.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>b.<\/td><td>O uso de medicamentos n\u00e3o implica em efeitos colaterais, considerando que n\u00e3o h\u00e1 impacto sobre o sono ou apetite de quem faz o uso de rem\u00e9dio para TDAH.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>c.<\/td><td>Com as muitas pesquisas sobre o TDAH, muitos profissionais e boa parte da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante esclarecida sobre o assunto.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>d.<\/td><td>Os medicamentos t\u00eam como objetivo desacelerar o sistema nervoso central, diminuindo a disponibiliza\u00e7\u00e3o de neurotransmissores.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>e.<\/td><td><strong>A forma\u00e7\u00e3o adequada para informar e esclarecer profissionais e a popula\u00e7\u00e3o em geral continua sendo urgente.<\/strong><br><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pergunta 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o do neurodesenvolvimento caracterizada, principalmente, por dificuldades na comunica\u00e7\u00e3o e na intera\u00e7\u00e3o social, bem como pela presen\u00e7a de comportamentos repetitivos e interesses restritos. J\u00e1 o Transtorno Espec\u00edfico de Linguagem (TEL) tamb\u00e9m se enquadra como um transtorno do neurodesenvolvimento, mas afeta de maneira espec\u00edfica as habilidades lingu\u00edsticas, comprometendo tanto a compreens\u00e3o quanto a express\u00e3o verbal. A realiza\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico precoce e preciso que diferencie o TEA do TEL \u00e9 essencial para a defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00e3o adequadas, promovendo um acompanhamento terap\u00eautico individualizado e eficaz.<br>Com base no exposto, assinale a alternativa que identifica os aspectos diferenciais entre TEA e TEL.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><\/td><td>a.<\/td><td><strong>Crian\u00e7as com TEL geralmente demonstram desejo de interagir socialmente, possuem imagina\u00e7\u00e3o ativa e n\u00e3o apresentam comportamentos repetitivos, ao contr\u00e1rio das crian\u00e7as com TEA.<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>b.<\/td><td>Crian\u00e7as com TEA e TEL compartilham os mesmos padr\u00f5es restritos de comportamento e interesses, o que torna o diagn\u00f3stico diferencial entre elas pouco significativo.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>c.<\/td><td>O TEL \u00e9 geralmente diagnosticado antes do TEA por apresentar sintomas mais evidentes j\u00e1 nos primeiros meses de vida, e o TEA em um per\u00edodo posterior.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>d.<\/td><td>O diagn\u00f3stico diferencial entre TEA e TEL \u00e9 realizado com base em testes padronizados como o ADI-R e ADOS, dispensando a avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica individual.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>e.<\/td><td>A diferen\u00e7a entre TEA e TEL reside exclusivamente nas dificuldades lingu\u00edsticas expressivas e receptivas presentes nos pacientes com TEL, e ausentes no de TEA.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2 pontos &nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pergunta 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cNos primeiros anos de vida,\u00a0<strong>[preencher 1]<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>[preencher 2]<\/strong>\u00a0se manifestam de forma muito semelhante e inespec\u00edfica, o que faz com que o diagn\u00f3stico diferencial entre eles se torne bastante desafiador. O grande fator confusional entre esses transtornos \u00e9 o fato de ambos se apresentarem com atraso no in\u00edcio da linguagem ou dificuldades de intera\u00e7\u00e3o social. Apesar de caracter\u00edsticas em comum, crian\u00e7as com\u00a0<strong>[preencher 3]<\/strong>\u00a0s\u00e3o em geral mais debilitadas funcionalmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s com\u00a0<strong>[preencher 4]<\/strong>.<br>Considerando que TEA significa Transtorno do Espectro Autista e que TEL \u00e9 Transtorno Espec\u00edfico de Linguagem, os termos\u00a0<strong>[preencher 1]<\/strong>,\u00a0<strong>[preencher 2]<\/strong>,\u00a0<strong>[preencher 3]<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>[preencher 4]<\/strong>\u00a0s\u00e3o corretamente substitu\u00eddos por:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><\/td><td>a.<\/td><td>1 &#8211; TEL; 2 &#8211; TEA; 3 &#8211; TEL; 4 &#8211; TEA.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>b.<\/td><td>1 &#8211; TEL; 2 &#8211; TEL; 3 &#8211; TEA; 4 &#8211; TEL.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>c.<\/td><td><strong>1 &#8211; TEA; 2 &#8211; TEL; 3 &#8211; TEA; 4 &#8211; TEL.<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>d.<\/td><td>1 &#8211; TEA; 2 &#8211; TEA; 3 &#8211; TEA; 4 &#8211; TEL.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>e.<\/td><td>1 &#8211; TEA; 2 &#8211; TEL; 3 &#8211; TEL; 4 &#8211; TEA.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2,5 pontos &nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pergunta 4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Leia o trecho a seguir:<br>&#8220;Os transtornos funcionais espec\u00edficos se configuram em um conjunto de sintomas que provocam uma s\u00e9rie de perturba\u00e7\u00f5es na aprendizagem do aluno. Dentre os dist\u00farbios de aprendizagem mais comuns est\u00e3o: dislexia, disgrafia, disortografia, discalculia &#8211; e transtornos de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade.&#8221; (Cust\u00f3dio, Pereira, 2013, p.6)<br>CUST\u00d3DIO, L. de A.; PEREIRA, CRD. Transtornos Funcionais Espec\u00edficos: conhecer para intervir.\u00a0\u00a0<strong>PARAN\u00c1. Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o. Os Desafios da Escola P\u00fablica Paranaense na Perspectiva do Professor PDE: Artigos. Paran\u00e1<\/strong>, p. 5-6, 2013.<br>Considerando os Transtornos Funcionais Espec\u00edficos (TFEs), analise a alternativa correta.<br><br><br><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><\/td><td>a.<\/td><td colspan=\"4\">Os Transtornos Funcionais Espec\u00edficos (TFEs), por envolverem altera\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas e cognitivas, s\u00e3o considerados defici\u00eancia intelectual e devem ser classificados como tal no processo de inclus\u00e3o, nesse contexto, a implementa\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas adaptadas, contribui para o fortalecimento da autoestima e melhora da aprendizagem.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>b.<\/td><td colspan=\"4\">Os TFEs s\u00e3o considerados transtornos globais do desenvolvimento e, por isso, devem ser tratados exclusivamente em ambientes especializados. Al\u00e9m disso, a atua\u00e7\u00e3o do professor na identifica\u00e7\u00e3o dos TFEs parte da observa\u00e7\u00e3o de comportamentos inadequados, uma vez que o diagn\u00f3stico formal compete exclusivamente aos profissionais da sa\u00fade.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>c.<\/td><td colspan=\"4\">A presen\u00e7a de TFEs implica a adapta\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo como um todo, considerando que esses alunos ser\u00e3o matriculados na&nbsp;sala regular, pois o&nbsp;atendimento educacional especializado em Sala de Recursos Multifuncional \u00e9 vedado aos alunos com TFEs, pois estes n\u00e3o se enquadram no p\u00fablico-alvo da Educa\u00e7\u00e3o Especial segundo a pol\u00edtica nacional.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>d.<\/td><td colspan=\"4\"><strong>A normativa da SEED\/PR orienta que o atendimento aos alunos com TFEs devem ser contemplado no Projeto Pol\u00edtico Pedag\u00f3gico da escola e atendidos em Salas de Recursos Multifuncionais. Embora os TFEs n\u00e3o se enquadrem como defici\u00eancia intelectual, sua manifesta\u00e7\u00e3o requer interven\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas adaptadas, conforme previsto em lei.<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>e.<\/td><td colspan=\"4\">Cabe ao professor regente de turmas regulares o registro do desempenho acad\u00eamico dos alunos com TFEs, cabendo \u00e0 equipe da sala de recursos o planejamento das estrat\u00e9gias inclusivas. Esses alunos devem ter seu desenvolvimento acad\u00eamico avaliado por crit\u00e9rios quantitativos, garantindo equidade de tratamento com os demais estudantes.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td><br><\/td><td><a><\/a><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><td><br><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><br><a><\/a><a><\/a> a. <a><\/a><a><\/a> A presen\u00e7a de sintomas como hiperatividade e falta de aten\u00e7\u00e3o por um per\u00edodo de tempo \u00e9 suficiente para confirmar o diagn\u00f3stico cl\u00ednico de TDAH, e deve ser feita preferencialmente no ambiente escolar, o qual a crian\u00e7a frequenta diariamente e demonstra mais aspectos importantes para tanto. <a><\/a><a><\/a><br><a><\/a><a><\/a> b. <a><\/a><a><\/a> <strong>O TDAH est\u00e1 associado a disfun\u00e7\u00f5es neurobiol\u00f3gicas em regi\u00f5es como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal e am\u00edgdala, sendo necess\u00e1rio seu diagn\u00f3stico cl\u00ednico ser multidisciplinar, envolvendo observa\u00e7\u00e3o do comportamento em diferentes contextos, e an\u00e1lise da hist\u00f3ria de vida.<\/strong> <a><\/a><a><\/a><br><a><\/a><a><\/a> c. <a><\/a><a><\/a> O TDAH \u00e9 causado por fatores gen\u00e9ticos, seja do pai ou da m\u00e3e, ficando assim secund\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o de aspectos ambientais no processo diagn\u00f3stico, mas ressaltando os procedimentos cl\u00ednicos na avalia\u00e7\u00e3o &nbsp;da exist\u00eancia ou n\u00e3o do transtorno. <a><\/a><a><\/a><br><a><\/a><a><\/a> d. <a><\/a><a><\/a> O diagn\u00f3stico de TDAH baseia-se na aplica\u00e7\u00e3o de testes neuropsicol\u00f3gicos padronizados, realizados normalmente em cl\u00ednicas especializadas, dessa forma, a anamnese e a observa\u00e7\u00e3o do comportamento em m\u00faltiplos contextos se torna secund\u00e1ria. <a><\/a><a><\/a><br><a><\/a><a><\/a> e. <a><\/a>Estudos demonstram que o TDAH est\u00e1 relacionado \u00e0 disfun\u00e7\u00e3o dopamin\u00e9rgica apenas na regi\u00e3o l\u00edmbica, n\u00e3o havendo evid\u00eancia de altera\u00e7\u00e3o em outras \u00e1reas cerebrais, o que tornou-se um grande avan\u00e7o nos disgn\u00f3sticos do transtorno em crian\u00e7as em idade escolar.<br><br>Pergunta 1<\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>O Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o e Hiperatividade tamb\u00e9m conhecido pela sigla: TDAH, \u00e9 amplamente discutido por sua origem multifatorial e impactos significativos na vida dos indiv\u00edduos, como por exemplo no processo de aprendizagem, principalmente no processo especificamente escolar.<br>Considerando o apresentado, assinale a alternativa que reconhece um dos aspectos neurobiol\u00f3gicos e do diagn\u00f3stico do TDAH:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2 pontos &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a>Pergunta 2<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O TDAH \u00e9 um transtorno neurobiol\u00f3gico, de causas multifatoriais, incluindo fatores gen\u00e9ticos e ambientais, que afeta a capacidade da pessoa de manter o foco e a aten\u00e7\u00e3o, influenciando no controle de impulsos e na regula\u00e7\u00e3o da atividade motora, gerando distra\u00e7\u00f5es constantes, dificuldade para finalizar as atividades que come\u00e7a, esquecimento r\u00e1pido, por mudar o foco daquilo que est\u00e1 fazendo com frequ\u00eancia, impulsividade ou o seu o oposto, ou seja, a pessoa com d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode passar horas para tentar decidir algo sem chegar a nenhuma conclus\u00e3o. Isso acontece porque n\u00e3o existe somente um tipo de TDAH.<br>Considerando o que voc\u00ea estudou sobre TDAH, relacione a coluna das caracter\u00edsticas com a coluna dos&nbsp;subtipos:<br>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><br>1<\/td><td><br>Desaten\u00e7\u00e3o predominante<\/td><td><br>&nbsp;<\/td><td><br>A<\/td><td><br>Existe a dificuldade em manter o foco e a\u00e7\u00e3o impulsiva em diferentes situa\u00e7\u00f5es<\/td><\/tr><tr><td><br>2<\/td><td><br>Hiperatividade\/impulsividade predominante<\/td><td><br>&nbsp;<\/td><td><br>B<\/td><td><br>A pessoa \u00e9 distra\u00edda, tem dificuldade para manter o foco e para seguir orienta\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas<\/td><\/tr><tr><td><br>3<\/td><td><br>Tipo combinado<\/td><td><br>&nbsp;<\/td><td><br>C<\/td><td><br>H\u00e1 maior dificuldade para o (auto)controle e a autorregula\u00e7\u00e3o. Corpo e mente s\u00e3o agitados.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Assinale a alternativa que apresenta a rela\u00e7\u00e3o correta:<br><br><br><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><br><\/td><td>a.<\/td><td><strong>1B; 2C; 3A<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>b.<\/td><td>1C; 2B; 3A<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>c.<\/td><td>1C; 2A; 3B<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>d.<\/td><td>1A; 2B; 3C<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>e.<\/td><td>1A; 2C; 3B<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2 pontos &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a>Pergunta 3<\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>O processo de educa\u00e7\u00e3o escolar \u00e9 perpassado por uma s\u00e9rie de fatores diretos e indiretos que interferem na aprendizagem do educando. Os transtornos funcionais espec\u00edficos, tamb\u00e9m conhecidos como dificuldades de aprendizagem espec\u00edficas (DAE&#8217;s), sem diagn\u00f3stico e encaminhamento adequado, contribuem para o fracasso escolar.<br><strong>Porque<\/strong><br>Esses transtornos, ou DAE&#8217;s, desencadeiam limita\u00e7\u00f5es diferenciadas que interferem de maneira significativa no aprendizado do aluno. Essas limita\u00e7\u00f5es s\u00e3o comumente observadas de forma cada vez mais frequente no universo escolar.<br>Partindo das asser\u00e7\u00f5es acima, assinale a alternativa correta.\u00a0<br><br><br><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><br><\/td><td>a.<\/td><td><strong>As duas proposi\u00e7\u00f5es est\u00e3o corretas.<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>b.<\/td><td>As duas proposi\u00e7\u00f5es est\u00e3o erradas.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>c.<\/td><td>A segunda proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma justificativa incorreta da primeira.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>d.<\/td><td>A primeira proposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 correta e a segunda errada.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>e.<\/td><td>A primeira proposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 errada e a segunda correta.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2,5 pontos &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a>Pergunta 4<\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Atualmente reconhecido como um dos transtornos neuropsiqui\u00e1tricos mais comuns na inf\u00e2ncia, o Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o e Hiperatividade (TDAH) tem um impacto que frequentemente se estende at\u00e9 a vida adulta. De etiologia multifatorial, envolvendo componentes gen\u00e9ticos, neurobiol\u00f3gicos e ambientais, o TDAH \u00e9 caracterizado por sintomas de falta de aten\u00e7\u00e3o, hiperatividade e impulsividade,\u00a0os quais se manifestam de maneira vari\u00e1vel em diferentes contextos e fases do desenvolvimento.<br>Com rela\u00e7\u00e3o a este contexto e sobre o conte\u00fado estudado, analise as asser\u00e7\u00f5es a seguir e a rela\u00e7\u00e3o proposta entre elas:<br>I. O diagn\u00f3stico do TDAH deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo m\u00e9dicos, psic\u00f3logos, psicopedagogos e neuropsic\u00f3logos, devido \u00e0\u00a0multiplicidade de sintomas e alta incid\u00eancia de comorbidades, como transtornos de aprendizagem, conduta, humor e ansiedade. O processo requer\u00a0anamnese minuciosa, exames f\u00edsicos, avalia\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas e observa\u00e7\u00e3o do comportamento social<br><strong>PORQUE<\/strong><br>II. embora fatores gen\u00e9ticos sejam significativos, o texto enfatiza que o TDAH possui etiologia multifatorial, envolvendo\u00a0aspectos neurobiol\u00f3gicos, gen\u00e9ticos e ambientais. N\u00e3o h\u00e1 um tratamento \u00fanico e padronizado, e sim\u00a0abordagens combinadas\u00a0(psicossociais, psicopedag\u00f3gicas e farmacol\u00f3gicas), adaptadas a cada caso.\u00a0<br>A respeito dessas asser\u00e7\u00f5es, assinale a alternativa correta:<br><br><br><br><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><br><\/td><td>a.<\/td><td>A asser\u00e7\u00e3o I \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o falsa, e a II \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o verdadeira.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>b.<\/td><td>As asser\u00e7\u00f5es I e II s\u00e3o proposi\u00e7\u00f5es verdadeiras, mas a II n\u00e3o \u00e9 uma justificativa da I.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>c.<\/td><td>As asser\u00e7\u00f5es I e II s\u00e3o falsas.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>d.<\/td><td>A asser\u00e7\u00e3o I \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o verdadeira, e a II \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o falsa.<\/td><\/tr><tr><td><br><\/td><td>e.<\/td><td><strong>As asser\u00e7\u00f5es I e II s\u00e3o proposi\u00e7\u00f5es verdadeiras, e a II \u00e9 uma justificativa da I.<\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Errei essa<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FALTA IMPRIMIR TENTATIVA 1<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>educac\u00c3O inclusiva tentativa 3 Pergunta 1 a. O acompanhamento por profissionais competentes substitui a busca por informa\u00e7\u00e3o e esclarecimento sobre o TDAH em forma\u00e7\u00f5es. b. O uso de medicamentos n\u00e3o implica em efeitos colaterais, considerando que n\u00e3o h\u00e1 impacto sobre o sono ou apetite de quem faz o uso de rem\u00e9dio para TDAH. c. 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